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Gestante convivendo com HIV / Aids

Gestante convivendo com HIV é sinônimo de tratamento direcionado por genotipagem com TARV altamente potente e compatível com gestação além de carga viral indetectável na hora do parto para segurança do recém nascido. Os cuidados necessários no pré-natal diminui significativamente as chances de transmissão vertical do vírus do HIV.



Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

O tratamento do HIV não é apenas o uso de TARV (terapia antirretroviral)

Alguns tópicos que devem ser abordados na consulta médica de um paciente convivendo com HIV/Aids. Triagem para outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) com uso de tecnologia de ponta, dosagem de carga viral e LT-cd4+ além de Genotipagem pré-tratamento. Atividade física, hábitos de vida e dieta também devem ser abordados no tratamento do vírus. Finalizamos o vídeo lembrando que o paciente soropositivo tem um calendário vacinal próprio.



Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

Doenças oportunísticas em HIV

Doenças oportunísticas são um pesadelo em pacientes convivendo com HIV. Pneumonia por Pneumocystis jirovecii (Pneumocistose), toxoplasmose de acometimento do sistema nervoso central, Sarcoma de Kaposi e Linfomas não-Hodgkin são abordados nesse vídeo assim como a melhor maneira de evitá-las.




Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

O hospedeiro determina a doença infecciosa?

Nesse vídeo eu dou um exemplo de como um determinado hospedeiro pode apresentar doenças infecciosas diferentes causadas pelo mesmo agente etiológico. A imunidade de cada paciente e sua resposta imunológica pode determinar a doença infecciosa.

Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

Vacina para vírus HPV até os 45 anos de idade?

CDC (EUA) acaba da atualizar as recomendações para vacinação de pacientes para o HPV (Papiloma vírus humano), agora pacientes acima de 26 anos podem receber a vacina dependendo de fatores de risco.

Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

As 3 fases da infecção pelo HIV

A infecção pelo vírus HIV pode ser dividida em 3 fases, acompanhe mais sobre a doença que mudou a medicina.

Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

Tópicos no tratamento do HIV

Nesse vídeo falo alguns tópicos sobre o tratamento do vírus do HIV com ênfase no esquema preferencial com TDF+3TC+DTG.

Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

Genotipagem para o vírus do HIV

A genotipagem para o vírus do HIV permite que se detecte padrões de resistência viral e que se possa iniciar o tratamento específico para o vírus diminuindo drasticamente as chances de falha terapêutica. Assista o vídeo e entenda um pouco mais sobre esse importante exame.




Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

História natural da infecção pelo HIV

No dia 20 de maio de 1983, o HIV foi isolado e identificado pela primeira vez em Paris, no Instituto Pasteur, pelos pesquisadores Luc Montagnier e Françoise Barré-Sinoussi. A identificação do vírus permitiu avanços no diagnóstico, tratamento e prevenção da doença. Não estaria errado dizer que toda a medicina evoluiu com as pesquisas sobre o HIV. Entenda as fases clínicas da infecção pelo vírus, desde o contágio até a doença e como fazer para interromper a doença e levar uma vida com mais saúde.



Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

Vacina Influenza (Gripe) 2019

A campanha para vacina da Gripe (influenza) já iniciou, veja quem deve ou pode se vacinar. Vacinas salvam vidas!

Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

DENGUE, CHIKUNGUNYA, ZIKA e FEBRE AMARELA, definições de casos suspeitos.

Dengue, Chikungunya, Zika e Febre Amarela são arboviroses que já possuem casos autóctones no Rio Grande do Sul, ou seja, além de casos importados de outros estados da federação, existem casos de transmissão no RS.
Mas quando desconfiar que um paciente está com uma arbovirose?

Para isso existe as definições de casos suspeitos e são elas:

DENGUE: febre ALTA de início súbito, com duração máxima de 7 dias, acompanhada de pelo menos dois dos seguintes sintomas: cefaléia, dor retro-ocular, mialgia, artralgia, exantema, náuseas, vômitos, petéquias, prova do laço positiva, leucopenia.

CHIKUNGUNYA: fase aguda – paciente com febre ALTA, com duração máxima de 7 dias, acompanhada de ARTRALGIA(S) INTENSA de início súbito. Pode estar associado a cefaleia, mialgias e exantema.

ZIKA VÍRUS: Pacientes que apresentem exantema máculopapular pruriginoso, acompanhado de pelo menos DOIS dos seguintes sinais e sintomas: Febre baixa ou inaparente, hiperemia conjuntival sem secreção e prurido, poliartralgia, edema periarticular.

FEBRE AMARELA: Paciente com febre aguda (de até sete dias), de início súbito, com icterícia, procedente de área de risco para febre amarela ou de locais com ocorrência de epizootias em primatas não humanos, nos últimos 15 dias, sem comprovação de vacina contra Febre Amarela.

Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

Terapia antimicrobiana sequencial (Sequential therapy)

A idéia por trás da terapia antimicrobiana sequencial é a de haver troca de antimicrobiano da via parenteral para via oral o mais cedo quanto as condições clínicas do paciente permitirem sem alterar o tempo total de tratamento.

Varíola, o poder da vacina e pavimentação para o futuro da humanidade.

O que Shunzhi, imperador da China,  Ramsés V, faraó do Antigo Egito,  Luís XV de França, Ludwig van Beethoven e Josef Stalin tiveram em comum? Todos eles foram infectados pelo vírus da varíola. Uma doença infectocontagiosa causada por um dos maiores vírus que infectam o homem. Na verdade o vírus é tão grande que pode ser visto na microscopia óptica. Sua última vítima conhecida é Janet Parker, em um acidente biológico em 11 setembro 1978 em Birmingham Medical School Uiversity, Inglaterra.

Alguns historiadores acreditam que surtos de varíola aceleraram o declínio de Atenas e mesmo do Império Romana, causando mortes e desorganização das sociedades.

 

 

 

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varíola

O Poder da Vacina

Duas crianças, apenas uma foi vacinada.

Duas crianças, apenas uma foi vacinada.

Em 1796 Edward Jenner, um médico Inglês, observou que um grupo de pessoas não era suscetível a infecção pelo vírus da varíola: as mulheres que retiravam leite das vacas. A sua imunidade provinha de um vírus não letal que causava varíola das vacas (vírus vaccinia). O médico inoculou esse vírus vaccinia em humanos imunizando os mesmos contra varíola, foi criada a vacina mudando a história da humanidade para sempre.

Após a morte de 500 milhões humanos por varíola apenas no século XX a OMS, em 1980, a declarou erradicada, restam 2 exemplares dos vírus: um no CDC em Atlanta Estado Unidos e outro no Instituto Vector, na Rússia.

Com a utilização de vacinas em grande escala os humanos conseguiram, cada vez mais, se reunir em grandes aglomerados. Exatamente, sem vacinas NY, Tokio, Paris ou Londres nem existiriam da forma que aí estão. Grandes centros urbanos são inviáveis se surtos infectocontagiosos letais ainda existissem de forma descontrolada.

 

 

Dr. Renato Cassol

Médico Infectologista

 

Quando iniciar o tratamento para o HIV/Aids?

Quando iniciar o tratamento para o HIV/Aids? Nesse vídeo eu dou alguns detalhes de quando iniciar o tratamento para HIV, assim como algumas possibilidades de terapia anti-retroviral.

 

 

Renato Cassol - Médico Infectologista

Rio Grande do Sul

Qual a diferença entre HIV e Aids?

 

Nesse vídeo descrevo brevemente a história natural da doença pelo HIV, a diferença entre pacientes soropositivos e com Aids. E explico, em última análise, que Aids é uma doença causada imunossupressão pelo HIV.

 

 

Renato Cassol - Médico Infectologista

Rio Grande do Sul

Nova vacina para herpes-zoster com eficácia muito superior: Shingrix.

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Uma nova vacina para o herpes zoster foi aprovada nos Estados Unidos, diferente das anteriores a Shingrix protege acima 90% os pacientes suscetíveis a ter a doença. A Shingrix é uma vacina recombinante não-viva de subunidade, que inclui um antígeno, glicoproteína E e um adjuvante. Ela é administrada em duas doses.

A vacina protege contra o principal complicação do herpes zoster: a neuralgia (dor) pós-herpética. Atualmente o CDC recomenda vacinar todos os pacientes acima de 50 anos que tiveram varicela (catapora) no passado. Todos os pacientes devem receber a vacina, mesmo aqueles que já tiveram um episódio de zoster ou aqueles que receberam versões antigas da vacina.

Em adultos entre 50-69 anos Shingrix proporciona proteção em até 97% dos casos, essa taxa cai para 89% em pacientes acima de 70 anos de idade. 

 

Renato Cassol - Médico Infectologista

Rio Grande do Sul

NOTA INFORMATIVA Nº 03/2018 - para uso do dolutegravir.

Apresenta as recomendações de substituição (switch) de esquemas de terapia antirretroviral contendo ITRNN ou IP/r por dolutegravir, para pessoas vivendo com HIV com supressão viral maiores de 12 anos de idade.

Nota técnica formalizando os critérios de troca dos antirretrovirais para o uso de DTG (dolutegravir), inibidor da integrase (INI). Excelente notícia para aqueles usuários de TARV que sofrem os efeitos adversos dos IP/r ou EFZ. Clique aqui para acessar a nota técnica.

Recomendações para vacinação contra HPV em Pessoas Vivendo com HIV/Aids

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As recomendações para a vacina para o HPV (PAPILOMAVÍRUS HUMANO) foram atualizadas na nota Informativa publicada pelo Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) e pelo Ministério da Saúde.

Agora pacientes entre 9 e 26 anos vivendo com HIV devem vacinar para o HPV para evitar neoplasias decorrentes desse vírus. A vacina previne o câncer do colo do útero, vulvar, vaginal, anal, cavidade oral e pênis; as lesões pré-cancerosas ou dispásicas; e as verrugas genitais e infecções causadas pelo HPV.

Para os pacientes não portadores de HIV, a  população-alvo prioritária da vacina HPV, segundo o ministério da saúde, são as de meninas na faixa etária de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos, que receberão duas doses (0 e 6 meses) com intervalo de seis meses. Todavia, isso não impede que calendário diferente seja realizado na rede privada de vacinações.

 

Renato Cassol - Médico Infectologista

Rio Grande do Sul

A epidemia de Sífilis

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Sífilis (ou Lues) é uma doença sistêmica de transmissão sexual causada pelo Treponema pallidum. É uma doença secular que vem acompanhando a humanidade há muito tempo. É dividida em estágios dependendo dos achados clínicos e exames laboratoriais. 

cancro característicos da sífilis primária (nessa foto também é possível notar lesões características de HPV, outra comum DST).

cancro característicos da sífilis primária (nessa foto também é possível notar lesões características de HPV, outra comum DST).

Na sífilis primária o paciente pode apresentar cancro (úlcera em região genital), ver foto.

Na sífilis secundária a principal (mas não única característica) são as lesões de pele com rash cutâneo, as linfadenomegalias e lesões mucocutâneas. A sífilis terciária é caracterizada pelas alterações cardíacas, goma e tabes dorsalis

A classificação de sífilis latente ocorre quando existe um paciente assintomático com sorologia positiva para Lues. Em qualquer estágio da sífilis ela pode infectar o sistema nervoso central (neurossífilis), lembrando que acometimentos do nervo óptico (sífilis ocular) é uma manifestação de acometimento do sistema nervoso central.  

Lesões palmas de mãos e plantares características de sífilis secundária.

Lesões palmas de mãos e plantares características de sífilis secundária.

O diagnóstico é feito com o exame físico e através de sorologias treponêmicas e não treponêmicas como o teste FTA-abs (fluorescent treponemal antibody absorbed), VDRL (Venereal Disease Research Laboratory), RPR (Rapid Plasma Reagin), entre outros. Os testes não treponêmicos (VDRL e RPR) são os melhores para acompanhar a resposta terapêutica e recidiva da doença. Combinações de testes treponêmicos com não treponêmicos são necessários para firmar o diagnóstico de sífilis.

Referente a neurolues o diagnóstico é feito através do exame de fundo de olho e colheita do líquor céfalo raquidiano. Lembrando que esses procedimentos são obrigatórios em pacientes HIV positivos devido a alta incidência de acometimento do sistema nervoso central.

Assista o vídeo abaixo para saber mais:

 

Renato Cassol - Médico Infectologista

Rio Grande do Sul